Zum Zum Zum, Zum

Caixas zombem um uivo sofrido, presas aos medos do que nunca se proclama um fim.

Dedos despontam na escuridão, mas o sol ainda tem mais dois fôlegos que nunca serão o suficiente.

E alguns pais ficam de quatro servindo de cavalo para que os filhos se montem.

Nunca meus pulmões brilharam tanto como hoje, pude até sentir a grama por debaixo dos meus pés sem cores.

É tudo um ciclo vicioso que nos botam para caminhar sobre grilhões invisíveis de ferro.

E eu vejo o quanto ainda somos leigos em matéria de pousar os olhos nos sinais do universo.

Cabeças pendem ao peito de antemão; dopado e murcho. E um pouco de vida breve.

E um pouco de vida vai…

Disparo de cliques como bombas, e automaticamente o mal do século vai embora.

Ajeito minha coluna de forma ereta e inspiro… Até poder sentir o sabor das notas.

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