Poeminha de leve

De trás observo teus olhos de piche. Tua boca pintada. Teu corpo em formas.

Juro que tento, mas não consigo desviar meus olhos curiosos e observadores de tudo aquilo que em ti se forma.

Você é rosa: desabrocha, desabrocha, desabrocha…

Hora é dona de todas as cores.
Hora é refém de todos os caules.

Tudo em você é mistério casado com novidade. E eu acho isso tão intrigante. Acho isso tão poético.

Hoje só te vi em segundos breves, mas foi o suficiente para escrever um breve poema.

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