O parafuso espana e a coluna entorta

Sobrancelhas grossas e negras.
Fortes. Muito fortes.
Dentes separados,
Cinzas como as nuvens.

A suas costas: cacos de vidro
A esquerda: muros
A direita: viela estreita
A sua frente: meus olhos cheios de sol.

Em passos tortos descubro ruas sem placa, escolas cheias de grades separando a subjetividade do ser humano do mundo. Vejo a bandeira do Brasil apagada do asfalto por mais de duas copas.

O olhar dela sorriu.

Ela tinha sobrancelhas negras.
Grossas.
Fortes.

Muito fortes. Ela tinha.

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