A cidade e as não-cores

Era quase chuva.

Os corpos transitavam feito baratas desviando do sorriso e das mãos estendidas dos homens com a face coberta de cores vivas.

O céu enegrecia.

Homens e mulheres fugindo para suas rotas solitárias em cavernas de pelúcia.

Lá estavam os livros que não foram entregues para serem acolhidos por olhos emergentes.

O vapor do clima transbordou os bueiros.

Os palhaços sorriam e continuaram a sorrir de modo automático, mesmo debaixo da chuva torrencial da cidade.

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