Fragmentos acinzentados

Sinto que sou um poço. Daqueles que escada ou corda nenhuma é capaz de alcançar meu corpo no fundo de alguma coisa. Paredes se fecham e contorcem meus ossos, enquanto o único raio de luz que fingia uma falta esperança, se esvai para o encontro das sombras.

Minha vida passa de forma lenta, é possível ouvir todos os gritos que nunca foram silenciados. A mente transfigura as memórias e chicotes feitos de couro acariciam as lembranças que me restam do mundo.

Tudo se esvai…

É tão frio aqui dentro da minha solitária solidão.

Já fazem quatro dias, que não saio desse quarto escuro e invisitável.

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