O centro de São Paulo. A fotografia urbana e a relação com a literatura

O centro de São Paulo. A fotografia urbana e a relação com a literatura

Quando eu ando pelas ruas do centro da cidade é perceptível a quantidade de corpos acumulados mesclado com a quantidade de vidas invisíveis e fragmentadas.

De uns anos pra cá o número de pessoas em situação de rua cresceu drasticamente. As probabilidades que levam uma pessoa a se encontrar em situação com essas são as mais diversas possíveis e engana-se quem pensa que o uso de álcool e outras drogas é o fator primordial que faz esse número crescer. Continuar lendo “O centro de São Paulo. A fotografia urbana e a relação com a literatura”

No calendário: 2 de Janeiro de 2018

Ouço o fervor humano borbulhar em meus ouvidos ao mesmo tempo em que tento acender um cigarro. O vento sopra forte me impedindo de alcançar as chamas. Meus olhos cruzam as calçadas entre a Praça da República e a Rua Sete de Abril.
Levo ao pulmões e depois ao cérebro, fumaça proibida com cheiro de marginalidade.
Caminho por entre corpos ao chão, poças d’água, pessoas com pressa e baratas. Continuar lendo “No calendário: 2 de Janeiro de 2018”