Maria Vitoria Francisca

Maratone-se #6

Os retratos passam pelo corpo de forma cíclica. Sorriso esboça vertigens num processo histórico que jamais poderá ser curado pelo tempo. Olhos caem num peso invisível enquanto o sol contorna o corpo feminino sagrado com tonalidades de absorção fragmentária exposta.

Corpo. Pende em moléculas frias.

A fumaça expele raízes fortes que fogem para grutas que sangram na interface da lua.

Terra. Água. Fogo. Ar. Mastigando-se entre si um projétil denominado; força.

Terra. Água. Fogo. Ar. Rasgando os ventres revestidos por paredes de flores semi aquecidas. Continuar lendo “Maratone-se #6”