A humanidade e seus glóbulos de besouro

De volta à velha rotina com a humanidade e seus glóbulos de besouro, fincando suas garras nas jugulares infantis.
Lá se vão os pares de bicos de aves silvestres, tentando tagarelar algo coerente, coerente e não muito mortífero.
Rasgo meu próprio peito com lâminas enferrujadas na esperança que um tétano me traga uma morte dolorosa, só assim a vida nestes dias de fúria prevaleceram de algum modo descente. Continuar lendo “A humanidade e seus glóbulos de besouro”