Talvez, ser escritor seja uma espécie de maldição!

Olhando pela janela nesse exato momento, fico pensando em todo o processo pelo qual passamos todos os dias e que acabamos nos esquecendo de contemplar. Às vezes, a gente fica tão focado no término do dia, em voltar pra casa e descansar nosso corpo cansado, que nem acabamos nos dando conta que durante vinte e quatro horas a gente fez um zilhão de coisas e viu mais um trilhão de coisas, mas ao final do dia tudo o que importa é o descanso, um banho quente, uma comida gostosa, uma rede social pra relaxar e se possível, um carinho entre pés e lençóis com uma sequencia de sono calmo e profundo…

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Que tipo de influência nós somos, quando o assunto é depressão e setembro amarelo?

Ontem fui ao mercado comprar maionese pra fazer um patê com mostarda, ketchup e cebola, uma das minhas melhores habilidades culinárias. Nessa de escolher dentre várias opções, acabei também passando no corredor de bebidas alcoólicas e peguei uma cerveja que eu ainda não tinha tomado: “Colorado Ribeirão Lager”; “cerveja clara com laranja”.

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Tá todo mundo com falta de afeto no peito, isso sim!

Aparentemente, escrever é um ato libertador. Digo isso, pelo fato de ter voltado a escrever para o blog ontem. Depois de ter conseguido tal façanha, no final da noite voltei pra casa pensando no que eu escreveria hoje pela manhã e o mais legal nisso tudo é saber que mesmo que eu achasse que não, talvez eu tenha muita coisa a dizer sobre um monte de coisa a tempos aqui dentro entaladas.

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Um pouco de ausência e bastante de depressão!

Já faz algum tempo que ando olhando o mundo sem perspectivas. Ainda ando seguindo a mesma rotina, acordando razoavelmente cedo, fazendo alguns trabalhos, indo para estágio e depois pra faculdade. Mas, aparentemente a cerca de duas semanas pra cá, venho passado por essa rotina e me sentindo vazia. Digo isso, porque notei uma perca grande de tesão com relação as coisas que eu vinha criando e faz um bom tempo que não escrevo aqui pro blog ou produzo algum conteúdo para as outras mídias. Por mais que eu esteja todos os dias postando coisas no Instagram, todo santo dia eu olho pra essa rede social e sinto uma vontade enorme de abandonar tudo e fazer um Detox das redes sociais. Parece que absolutamente tudo é tão monótono e tão sem graça, não importa o quão diferente as coisas sejam, tudo é vazio e insignificante.

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Carta para meu personagem favorito

Velho, Henry!

Ultimamente tenho bebido demais a ponto de sentir meu fígado desplugando por minhas pregas, não sei o que pode ser, talvez seja o cansaço pelo percurso do tempo ou talvez seja a boa e velha solidão.

Por aqui, tudo vai muito ensolarado e as pessoas costumam a suar mais e consequentemente os corpos cospem uma espécie muito rara de sal. Agora, três vezes na semana eu tenho que vestir calças que me apertam e subir uma ladeira cansativa só para estar “mais apresentável” perante um monte de homens e mulheres que possuem seus cérebros cozidos pelas mazelas da vida. Continuar lendo “Carta para meu personagem favorito”

Derivações de uma sexta-feira

3:12 da manhã. O sono não me invade, ao contrário, me mutila a mente, me castiga a carne. Penso nas atrocidades da vida, na personalidade e no egocentrismo das pessoas, em idas ao psicólogo, em porres de cerveja, em lâminas rasgando meus pulsos.
 
Tudo, tudo agora gira em torno de meu egoísmo, desde as garrafas desalinhadas até as pequenas coisas escritas em papeis amassados dentro das gavetas de minha escrivaninha, tudo gira em torno de meu egoísmo de certa forma.

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Sua companheira para todas as horas

Amor,

Eu a estimo tanto. Hoje pela madrugada, pensei deveras em ti. Meu amor, minha graciosa companheira, hoje é um dia de certa angústia admito, sinto meu coração inquieto e as emoções pisotearem minha mente. Uma inquietação toma conta de meu semblante, me remetendo a memórias passadas, a fatos já consumados. Penso em toda a minha vida, exclusivamente sobre as privações de mim mesma. Confesso-lhe, lágrimas rolam quentes face abaixo, inundando o travesseiro. Sabe meu amor, tenho toda uma vida na inconsistência de incertezas, de medos enfadonhos e mutilações emocionais do próprio ser. Está noite, acometida mais uma vez pela insônia, pensei em diversas coisas que reforçaram ainda mais minha madrugada em claro. Lembrei-me de muitas coisas que gostaria de compartilhar-lhes aqui contigo, para que meu peito se esvazie e minha consciência adormeça. Continuar lendo “Sua companheira para todas as horas”