Livro Eu Fragmentada + Brindes

Olá, leitores & escritores!

Quando as grandes livrarias e o mercado editorial entram em crise, o que nós escritores fazemos? Sentamos num canto escuro e choramos por horas? Nos entristecemos e lamentamos por esse grande desastre? E se, ao invés de ficarmos preocupados com nossas carreiras literárias nós passássemos a produzir e comercializar nossos próprios livros? Exatamente, nós como escritores independentes assumirmos o risco de concretizar nossos sonhos!

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PROJETO FOTOGRÁFICO 6 ON 6 | A PESSOA QUE SOU

Por falar em: A pessoa que sou, isso sempre me faz lembrar das malditas entrevistas de emprego quando os malditos entrevistadores colocavam uma folha em branco a minha frente e me davam o maldito tema: Quem sou eu?

Eu…?

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Feliz Ano Velho

Estava eu ali, beijando os bocais tristonhos de uma inverdade quase desfalida; quando me pus de pé ao embranquecer dos pentecostes universais traidores de minha própria sorte.

Busquei as drogas como um refugio prático a vida miserável pela qual meu sorriso não vingava, buscando sempre uma maneira eloquente de findar um coração esburacado pelas guerras que a rotina me calçavam. Entretanto, os clamores permutáveis de horas postas de joelhos semi-rachados, nada me traziam como glórias e eu estagnava ali… Contando as crostas de um irrisório despretérito. Continuar lendo “Feliz Ano Velho”

Por que ficamos tristes próximo da meia-noite?

Eu sou a ruína. Aqui sentada em um carro parado entre a estação Pinheiros e a estação Butantã. Não é exagero, mas, uma música seguida da outra é melancólica e eu sinto uma extrema vontade de chorar por horas. Tenho um pequeno lenço em meu bolso traseiro esquerdo, mas não gostaria de usá-lo. Eu poderia facilmente ficar aqui estacionada chorando durante horas a fio ouvindo uma depressão lírica atrás da outra.

O tornozelo dói sem dó. O sapato aperta com ódio. Maldito dia que eu escolhi pra usar sapatos. Sapatos femininos pretos. Eu nunca uso sapatos, são desconfortáveis. Tudo é desconfortável além de tênis e chinelo. Porém, ainda ninguém superou as meias quentes em dias de inverno. Continuar lendo “Por que ficamos tristes próximo da meia-noite?”