Cartas para, Carolina.

Amor, deixo a testa em rugas e os olhos sedentos, mas não é raiva o que sinto, só por hoje, porém, não tão pouco o bastante, não é raiva o que me inflama.
Soletro meu próprio fôlego com versos decassílabos na esperança de trazer novamente um pouco de tom coral à vida. Continuar lendo “Cartas para, Carolina.”