Como escolho os livros que leio

Para finalizar o maratone-se deste mês de outubro, os livros que eu escolho para ler depende muito do meu estado de espírito e da minha disposição pra leitura. Há dias que eu faço questão de ler algo grande e robusto, livros de trezentas páginas adiante, outros dias eu sinto imensa vontade de ler algo fino e gostoso, coisas menores como poesia. Existem certos períodos que eu encaixo minhas leituras de acordo com o gênero literário que eu esteja escrevendo. Quando estou muito na fissura de ler, vou até a biblioteca da faculdade e pego de três a quatro livros diferentes, porém, fielmente, sempre pego no minimo duas obras sobre psicologia.   Continuar lendo “Como escolho os livros que leio”

A rua dos cataventos, de Mario Quintana

Hoje pela manhã me peguei matando uma sede seca de leitura.

 

O relógio marcava, 07:33. Um gosto de cebola revestia minha boca enquanto uma tendência a literatura erradicava meus poros recém acordados.

Antes que meu corpo se levantasse e fizesse menção de dirigir-se ao toilet para algum tipo de higienização básica matinal, o reprimi e ordenei que o mesmo voltasse para a estadia solene da cama quente e recostasse-se em travesseiros macios para começar a matar uma sede seca de leitura.

Uma das obras que comecei a ler no começo da semana e terminei hoje se chama: Se abrindo pra vida, pelo espírito Lucios e psicografado por, Zibia Gasparetto.  Continuar lendo “A rua dos cataventos, de Mario Quintana”

Me deixem queimar o arroz no fundo da panela

Agora são exatamente, 09:55. Olho pela varanda o amontoado de casas a minha frente e penso no quanto eu tenho que lavar os cabelos, mas, infelizmente por si só eles não se lavam. Estou sentada aqui observando esta manhã de sol e me entorpecendo com o barulho urbano desde as 08:00 am.

Sabe, faz aproximadamente uma semana que venho tentando encontrar alguma coisa bacana pra ler, um blog interessante para acompanhar, uma novidade que me deixasse com um puta tesão a ponto de eu ter que ir preparar o almoço pra minha namorada mas deixar o arroz queimar e grudar no fundo da panela porque não conseguiria me desgrudar das palavras tesudas de algum novo escritor.  Continuar lendo “Me deixem queimar o arroz no fundo da panela”