Estranhamente

Embaixo das unhas restam finais de meu couro cabeludo. A carcaça que me soma é tão friamente intima que me desfaleço antes de me tornar a própria soma.

Vejo o ar faltar para bem perto das essências dos meus. Beijo iscas de peixes domésticos. Encarcero cadáveres acostumados a comer canibais. Continuar lendo “Estranhamente”