Alda Santos

Quando não estou em mim, de Alda Santos

A semana havia sido agitada, meu cérebro trazia uma sobrecarga psíquica enorme, o corpo doía como se tivesse sido castigado, eu andava descrente de tudo, a única coisa que eu tinha certeza era de que havia uma pilha de poemas novos para ler…

Cada poema de, Alda Santos é como uma espécie de viagem que fazemos para dentro de nós e desejamos nunca mais voltar para a superfície da realidade. A autora consegue proporcionar através de poemas e prosas poéticas, um contato diferente com o universo.

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Livro Eu Fragmentada + Brindes

Olá, leitores & escritores!

Quando as grandes livrarias e o mercado editorial entram em crise, o que nós escritores fazemos? Sentamos num canto escuro e choramos por horas? Nos entristecemos e lamentamos por esse grande desastre? E se, ao invés de ficarmos preocupados com nossas carreiras literárias nós passássemos a produzir e comercializar nossos próprios livros? Exatamente, nós como escritores independentes assumirmos o risco de concretizar nossos sonhos!

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COMO PUBLICAR UM LIVRO NA AMAZON

Hoje em dia todo escritor sonha em ter um livro seu publicado e desfrutar das maravilhas de ser um escritor reconhecido. Porém, com a crise das grandes livrarias e o pouco incentivo à leitura no Brasil, as pessoas estão cada vez menos adquirindo livros físicos e partindo com tudo para a sólida e prática era digital. E nesse mundo literário digital a bola da vez são os famosos Ebooks, ou se preferir: Kindle Direct Publishing, ou simplesmente KDP. O serviço de autopublicação da Amazon. Livros que você pode ler através do seu: Computador, Kindle e Smartphone. Mas, como se adequar a essa nova era? Como se tornar um escritor de livros digitais e ganhar dinheiro com isso?

Neste artigo eu vou te ajudar a entender como funciona as etapas prévias de uma autopublicação na Amazon e o que você precisa fazer para ser um escritor da nova era.

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LIVRETO | FOTO & POESIA

Escritores(as)!

Estou participando de um projeto construído e disseminado somente por mulheres periféricas da cidade de São Paulo. A ideia do projeto é democratizar o acesso a produção da arte, viabilizando a produção de mulheres artistas das periferias paulistanas para que seja possível retomar a função social da arte para a construção de uma sociedade menos desigual.

Diante disto, eu construí um livreto de foto & poesia para disseminar literatura em tempos tão sombrios como estes que estamos vivendo e todo dinheiro arrecadado com a venda dos livretos será utilizado para dar continuidade ao projeto Ciclos que é uma iniciativa da poeta Larissa Gonçalves para fomentar a cultura e firmar a resistência de mulheres periféricas na arte. Continuar lendo “LIVRETO | FOTO & POESIA”

Resenha | A garçonete e o publicitário

Título: A garçonete e o publicitário
Autor: Angelo Asson

IMPRÓPRIO PARA MENORES

Eu trazia uma pequena porção de dor no útero quando decidi encostar minha coluna de forma meio torta nos assentos que ficam acima dos trilhos, rumo a localização: São Joaquim. Eram 16:24 quando toquei na expessura do pequeno livreto de, Angelo Asson.

Impróprio para menores com destaque em tipografia em branco com um fundo vermelho. Um belo destaque. Pensei que seria legal sentir um comichão no interior das calças enquanto os trilhos aos meus pés se difundiam. Continuar lendo “Resenha | A garçonete e o publicitário”

Resenha | Coisas da vida minha

Livro: Coisas da vida minha
Autor: Angelo Asson

A tela do computador quebrara, os prazos se apertavam. Projetos para começar, aulas para preparar, um zilhão de livros para ler. Puxei, coisas da vida minha para perto de mim enquanto bebia um grande gole d’água. Um pássaro pousou sobre o vitro da janela e sem querer meus dedos encontraram o poema: teu jeito de querer

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— escuto o silêncio de boca-a-boca, de porta-a-porta

As portas soam como sinos de fabricas. Os cartões de ponto são demarcados e a liberdade atinge peitos dilacerados pelas horas hostis e deprimentes.

Atraso por atraso e os segundos correndo contra minha própria vida. Precisei pegar um ônibus qualquer para chegar até o centro, meu estomago doía pelos milésimos percorridos, encontrei bilhetes na mochila que tinha ganhado de um morador de rua, um amigo me puxou pela mochila enquanto eu passava apressada pela estação de metrô e disse: “Eai, lixo”. Continuar lendo “— escuto o silêncio de boca-a-boca, de porta-a-porta”