Cartas para, Carolina.

Amor, deixo a testa em rugas e os olhos sedentos, mas não é raiva o que sinto, só por hoje, porém, não tão pouco o bastante, não é raiva o que me inflama.
Soletro meu próprio fôlego com versos decassílabos na esperança de trazer novamente um pouco de tom coral à vida. Continuar lendo “Cartas para, Carolina.”

Cafés, poemas e saudades

As noites se tornam tão frias quando eu não tenho sua xícara de café ao lado da minha.

Quando as ideias se dissipam e se mesclam com o aroma dos grãos que nos abraçavam enquanto nossos olhos se beijavam por toda uma madrugada. Continuar lendo “Cafés, poemas e saudades”