Sexo em banheiros públicos e juras de amor proibidas

Eu estava ali, olhando para aquela privada repleta de mijo nas bordas e em seu interior. Joguei um pedaço de papel dentro do vaso, olhei as paredes frágeis que revestem os banheiros públicos. Ao menos o lixo tem tampa: pensei. Tudo parecia cômodo. Seguramente frio e confortável. A única coisa quente naquele cubículo éramos nós, e mais quente que meu próprio corpo térmico era, Samanta. Ou melhor, a vagina de Samanta. Continuar lendo “Sexo em banheiros públicos e juras de amor proibidas”