Um jato quente nos pequenos lábios

O corpo pousado em frente ao espelho, nu. As pernas abertas com as duas mãos em seu sexo carnudo. Os dedos firmes e grossos tocavam de forma apressada os pequenos lábios. As coxas eram grossas e meio flácidas, mas isso não a impedia de tocar em seu próprio sexo enquanto se olhava de pernas abertas, nua, por completo, em frente a seu novo espelho intacto. Seu rosto trazia a expressão de dor. Continuar lendo “Um jato quente nos pequenos lábios”

Derivações de uma sexta-feira

3:12 da manhã. O sono não me invade, ao contrário, me mutila a mente, me castiga a carne. Penso nas atrocidades da vida, na personalidade e no egocentrismo das pessoas, em idas ao psicólogo, em porres de cerveja, em lâminas rasgando meus pulsos.
 
Tudo, tudo agora gira em torno de meu egoísmo, desde as garrafas desalinhadas até as pequenas coisas escritas em papeis amassados dentro das gavetas de minha escrivaninha, tudo gira em torno de meu egoísmo de certa forma.

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