Vipassana, de Mara Romaro

Vipassana, de Mara Romaro

Era tarde, porém ainda era dia. Sol a pino, ruas a fervilhar em mares de corpos frescos e sedentos. Peguei o elevador, subi até o décimo primeiro andar, sentei-me em frente à piscina, retirei os sapatos dos pés, os molhei de forma rápida, retirei Vipassana da mochila, olhei novamente para os arredores de mim, deite-me com as costas coladas ao chão, olhei para o sol, me entreguei à leitura.

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