Post fixo

Livro Eu Fragmentada + Brindes

Olá, leitores & escritores!

Quando as grandes livrarias e o mercado editorial entram em crise, o que nós escritores fazemos? Sentamos num canto escuro e choramos por horas? Nos entristecemos e lamentamos por esse grande desastre? E se, ao invés de ficarmos preocupados com nossas carreiras literárias nós passássemos a produzir e comercializar nossos próprios livros? Exatamente, nós como escritores independentes assumirmos o risco de concretizar nossos sonhos!

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Observar em silêncio é melhor que dizer algo

Observar em silêncio é melhor que dizer algo – poderia ser uma das máximas da minha vida. Estou plenamente convicta que esta é uma das atitudes mais sábias que terei aprendido ao longo das minhas quatro décadas.

A verdade é que até há algum tempo eu não era nada assim. Poderia dizer que, quando era “Menina e moça”, era aquilo que em Portugal se chama de “uma rapariga sem papas na língua”. Sempre gostei de falar, de exprimir as minhas ideias, os meus pontos de vista. Sempre gostei de contar aos outros sobre aquele livro ou aquele filme que tinha visto e que era tão, mas tão bom, que tinham absolutamente de ler ou ver. E assumo que me dava um prazer enorme perceber quão persuasivo era o meu discurso, quando a pessoa me vinha falar do livro ou do filme que tinha acabado por ler/ ver por causa da minha crítica positiva. Continuar lendo “Observar em silêncio é melhor que dizer algo”

Novos Autores

O sonho comanda

“Tiago, a criança que sonhava…”

“Eles não sabem que o sonho
É uma constante da vida
Tão concreta e definida
Como outra coisa qualquer…

(…)

Eles não sabem nem sonham
Que o sonho comanda a vida
E que sempre que o homem sonha
O mundo pula e avança
Como bola colorida
Entre as mãos duma criança”

                                                Pedra Filosofal – Manuel Freire Continuar lendo “O sonho comanda”

Trocas com, Renata Leão

Promessas não cumpridas, Maria Vitoria 

Olho e reolho para esse tema e a única coisa da qual eu consigo pensar é em mulheres. Mulheres e passados que nunca serão enterrados. Mulheres e suas fagulhas que me acendem em textos e me deixam torrando em chamas em cada linha tracejada. Mulheres e suas peles da qual eu escorava minha face nos tons solenes de seus braços, pescoço, seios, coxas e nadegas. Mulheres que batiam em minha porta em madrugadas de chuva. Mulheres que seguravam minhas mãos nas ruas do centro da cidade enquanto todos os olhos se voltavam raivosos contra nós. Mulheres e seus sorrisos camuflados de mentiras. Continuar lendo “Trocas com, Renata Leão”

COMO ESCREVER SOBRE QUALQUER COISA?

Como escrever sobre qualquer coisa?

O que é escrever sobre qualquer coisa?

Todo escritor depois de vencer o medo da página em branco, passa por outra batalha épica que é a tentativa de escrever sobre algo que ele não domina. Alguns vão dizer que não é preciso saber escrever sobre qualquer assunto já que sendo escritor ele tem o dom de escrever sobre um gênero específico e isso já é o suficiente.

“Sou poeta. Então escrever poesia é minha praia e sou ótimo nisso”.

“Sou escritor de ficção. Domino esse universo da escrita melhor do que ninguém. Não preciso saber escrever sobre outros gêneros”.

“Minha habilidade é escrever contos. Até escrevo uma coisa ou outra às vezes relacionada a outras coisas, mas meu dom é escrever contos”. Continuar lendo “Como escrever sobre qualquer coisa?”

O centro de São Paulo. A fotografia urbana e a relação com a literatura

O centro de São Paulo. A fotografia urbana e a relação com a literatura

Quando eu ando pelas ruas do centro da cidade é perceptível a quantidade de corpos acumulados mesclado com a quantidade de vidas invisíveis e fragmentadas.

De uns anos pra cá o número de pessoas em situação de rua cresceu drasticamente. As probabilidades que levam uma pessoa a se encontrar em situação com essas são as mais diversas possíveis e engana-se quem pensa que o uso de álcool e outras drogas é o fator primordial que faz esse número crescer. Continuar lendo “O centro de São Paulo. A fotografia urbana e a relação com a literatura”

PROJETO FOTOGRÁFICO 6 ON 6 | ARTE URBANA

Cortando por entre esquinas, becos, vielas, avenidas e tantos outros caminhos possíveis de trânsito livre pela cidade, é possível que seus olhos recaiam sobre a arte livre e expressiva até que você perca algumas horas a tentar entender o que aquelas telas ao ar livre significam e o que de fato o autor daquela obra quis passar com aquela imagem-mensagem. A arte de olhar os muros é gratuita e por milhares de vezes faz com que nós sentimos vontade de produzir a nossa própria arte e deixá-la de forma exposta e fixada nos muros, placas, painéis e principalmente, na cara do mundo.

PROJETO FOTOGRÁFICO 6 ON 6 | ARTE URBANA
Casa de cultura do Butantã

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